Eduardo Schloesser é um contador de histórias que aprendeu, com o tempo, a desenhar também com palavras. Reacionário confesso — daqueles que lamentaram o fim do vinil, do VHS e até do blog —, chegou tarde ao mundo digital, mas chegou com força. Neste livro, “Desenhando Palavras”, ele reúne contos que nasceram no seu blog, muitos deles quase biográficos, mergulhados no universo das artes gráficas, da vida cotidiana, do suspense e do drama.
As histórias são acompanhadas de comentários originais dos leitores da época, preservados sem retoques, criando um diálogo vivo entre autor e público.
Este é o terceiro livro de Eduardo, editado por Barata Cichetto, que viu em seus textos o mesmo traço firme de suas ilustrações. E mesmo que o autor não se reconheça como “escritor”, é impossível não perceber que há algo de Poe, Kafka e Cervantes ecoando nos seus desenhos de palavra. Entre o traço e o texto, entre o papel e o blog, Schloesser abre as portas de sua mente — onde ideias arranham querendo sair — e convida você para entrar.
“Desenhando Palavras”, de Eduardo Schloesser, é uma ponte entre a arte gráfica e a alma escrita — onde cada linha desenha uma lembrança e cada palavra pulsa como imagem. O prefácio coube a um dos maiores editores de quadrinhos do Brasil, Leandro Luigi Del Manto.
Não perca Desenhando Palavras, de Eduardo Schloesser — um livro que mistura arte, memória e literatura com traços únicos. Leve para casa histórias que você vai ler com os olhos e guardar na pele.
Garanta o seu agora.